Um total de 32 longas metragens compõem a selecção oficial da oitava edição do MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço, a decorrer entre 1 e 7 de agosto.
A escolha da organização pretende reflectir sobre diferentes questões sociais, individuais e culturais que afetam as sociedades contemporâneas com 12 países representados.
O Júri Oficial é formado por Aida Vallejo, professora de cinema documentário na Universidade do País Basco, Anna Huth, Diretora do Instituto de Cinema e Artes Teatrais da Universidade da Silésia, na Polónia, e professora na Kieslowski Film School, Carlos Natálio, crítico de cinema e professor de Cinema na Escola das Artes (EA), da Universidade Católica Portuguesa, Juan Pablo Gonzalez, realizador mexicano e professor no Instituto de Artes da Califórnia (Cal Arts) e Marion Schmidt, codiretora da Documentary Association of Europe (DAE).
Os filmes são também candidatos ao Prémio D. Quixote, atribuído pela FICC, Federação Internacional de Cineclubes, que nomeou um Júri constituído por Manuela Lucchesu, professora, Margarida Mateus, presidente do Plano Extraordinário – Cineclube de Tomar e Ponnam Ravichandra, jornalista e presidente da Karimnagar Film Society (KAFISO).
A programação nacional integrará, entre outros, filmes de Inês T. Alves, Paulo Carneiro, Sérgio Tréfaut, Susana Nobre e Susana Sousa Dias.
Uma das novidades deste ano é a secção X-RAYDOC, onde se faz a análise de um filme marcante na História do Documentário. Nesta edição, o escolhido foi “Cabra Marcado Para Morrer”, de Eduardo Coutinho.
O MDOC integra ainda uma iniciativa de programação intensiva, o Salto a Melgaço, a ter lugar no fim de semana de 6 e 7 de agosto, que inclui projeção de filmes, visita a exposições, ao Museu de Cinema Jean-Loup Passek e ao Espaço Memória e Fronteira.














































