Novo álbum “Améfrica” de Bia Ferreira

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Bia Ferreira edita hoje o seu novo álbum, “Améfrica”. A virtuosa artista brasileira apresenta um longa-duração com 10 faixas em forma de ponte entre o Brasil e todos os países da América Latina, das Caraíbas e de África, povos que foram separados pela colonização mas que estão sempre unidos pela arte, pela cultura e pela música.

O novo disco é composto por 10 temas, sendo oito canções originais e duas regravações. Todas as letras foram escritas por Bia Ferreira, excepto “Algoritmo” que tem autoria de Bia Ferreira e de La Dame Blanche. A produção musical e a produção executiva ficaram a cargo de Bia Ferreira e Vinicius Lezo. A concepção de capa é de Bia Ferreira, a fotografia de Juh Almeida e o design de lettering de Mari Piah.

“Améfrica” já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

Bia Ferreira é uma cantora, compositora, multi-instrumentista e artivista brasileira que se destacou como uma das vozes mais poderosas do panorama musical latino-americano contemporâneo.
A sua arte abrange música, ativismo e política, criando discursos sonoros que abordam o racismo estrutural, a LGBTfobia, o feminismo negro, o amor e os laços comunitários através de uma estética crítica e sensível.
Bia iniciou os seus estudos musicais ainda criança: começou a tocar piano aos 3 anos, na igreja e, mais tarde, no Conservatório Brasileiro de Música.
A música sempre foi central na sua vida. Como multi-instrumentista, aprofundou a sua paixão pela guitarra, contrabaixo, cavaquinho, atabaque, bateria e muitos outros instrumentos.
Aos 12 anos, escreveu a sua primeira composição — um momento decisivo na sua relação com a identidade, o género e a religião.
Bia define o seu trabalho como Música Brasileira Contemporânea, conceitos que posicionam o seu trabalho como uma expressão política e social de corpos marginalizados e que têm origem na sua própria experiência.
Musicalmente, o seu trabalho mistura elementos de soul, blues, reggae, funk, R&B, rap e referências à música brasileira, dialogando com tradições e linguagens da diáspora africana.
As suas letras estão ancoradas no que os críticos chamam de escrevivência — escrever-viver que combina autobiografia e crítica social, um conceito ligado à escritora Conceição Evaristo.