Duas CSIFs, uma Vila, sete freguesias, mais de 20 mil cidadãos: foi assim que Paulo Lopes Silva encerrou esta terça feira duas sessões de auscultação na CSIF Vale do Selho e na CSIF Rumo ao Futuro, tendo a seu lado Adelaide Silva, candidata às Mulheres Socialistas e Presidente da Junta de Freguesia de Ronfe, José João Torrinha, Coordenador da Moção e Presidente da Assembleia Municipal de Guimarães, Agostinho Faria, Presidente da Junta de Freguesia de Gondar, Paulo Abreu, Presidente da Junta da UF Candoso Santiago e Mascotelos, Carlos Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Polvoreira, Jorge Pereira, Presidente da Junta de Freguesia de Nespereira, Luís Abreu, Presidente da Junta de Freguesia de Urgezes, e Patrícia Lemos, Presidente da Junta de Freguesia de Infantas.
Nas suas intervenções, Paulo Lopes Silva recordou as condições únicas que Guimarães tem desenvolvido para ser referência nacional na área da inovação, destacando o “forte ecossistema de conhecimento, um tecido económico robusto e uma forte interligação entre os diferentes agentes e o Município” como um “compromisso de Futuro”.
A visão de futuro de Paulo Lopes Silva para o Partido Socialista passa por uma abordagem holística e inovadora que integra desenvolvimento económico sustentável, investimento em tecnologias emergentes e formação profissional, procurando impulsionar o crescimento económico local, promover a inclusão social, a sustentabilidade e a criação de empregos.
Para o candidato, começar a preparar as candidaturas às juntas de freguesia significa sempre consultar os autais executivos e militantes locais. Esta perspetiva já valeu os “primeiros sinais de sucesso desta candidatura” na Comissão Política (CP) desta semana, onde “foi aprovada a ideia de reconduzir a uma nova candidatura os atuais presidentes de junta que não estejam abrangidos pela limitação de mandatos”, juntamente com a realização das jornadas parlamentares ainda este ano, num sinal claro de que “estamos no caminho certo”.
Quanto às freguesias onde haverá alteração de candidatos impostas pela limitação de mandatos ou onde o PS não governa, Paulo Lopes Silva defendeu que a solução passará sempre por “ouvir os atuais executivos e militantes e construir projetos vencedores” às freguesias.
Referindo-se ao facto de mandatar a Comissão Política para firmar, antes das eleições internas, um “contrato onde ficam definidos os projetos de futuro” para as freguesias, Paulo Lopes Silva questionou-se como é que isso se poderá fazer quando tal contrato só pode ser ‘celebrado’ com o candidato à câmara, que será escolhido pela próxima CP.
O candidato defendeu também a “firme convicção de que devemos construir o projeto político do Partido Socialista de forma conjunta“, contando com todos, “independentemente da sua posição em disputas internas“, e de forma a que os “quadros em franco desenvolvimento no partido” sejam aproveitados, rejeitando a ideia de “limpezas” após disputas democráticas internas.
Adelaide Silva advogou o compromisso com as mulheres socialistas e vimaranenses. Com uma vida inteira dedicada à causa pública enquanto presidente de junta conjugada com vida profissional ativa e mãe, a candidata às Mulheres Socialistas acredita que “a verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres, independentemente da sua origem ou posição social, tiverem acesso às mesmas oportunidades e forem tratadas com o respeito e a dignidade que merecem”. “Devemos permanecer firmes no nosso compromisso de promover a igualdade de género e a liberdade em todas as áreas, quer seja na política, no mercado de trabalho ou na educação”.
José João Torrinha, coordenador da moção de Paulo Lopes Silva, defendeu que “haver vários projetos às eleições não balisca a unidade“, antes pelo contrário. O propósito da democracia é “existirem diversos projetos a ser apresentados a sufrágio” e, após as eleições e contados votos, a possibilidade “de continuar a contribuir para o partido“, ideia apenas defendida na candidatura de Paulo Lopes Silva. José João Torrinha considera que o que se tem visto fazer é, em nome da unidade, impedir “projetos alternativos” e criar “uma situação para que não haja ondas”, inadmissível num regime democrático e livre.
O coordenador da moção defendeu a ideia de que o “vencedor das eleições internas deverá integrar os outros candidatos” na construção do partido e que “quem não vencer, não será candidato independente ou por outro partido“, ideias essas que, afirma, já ouviu serem defendidas nesta candidatura.
“Vejo no Paulo Lopes Silva e na Adelaide Silva os melhores, mas mais que isso, revejo-me nas ideias e na postura deles. São as pessoas certas, para os lugares certos, com as ideias certas“, concluiu o coordenador da moção e Presidente da Assembleia Municipal de Guimarães.
O périplo pelo concelho continua no próximo sábado, às 15:00, na CSIF Oeste, nos Espaços Criativos em Brito.













































